Inclusão social
E as crianças 2.0 estão aí, não há como negar.
E nada de ausência de siso e outros indicadores de evolução genética. Elas são é antenadas, plugadas, rápidas demais.
Todo mundo fala que criança não tem preconceito, mas eu lembro de quando pequena, quando encontrava alguém deficiente na rua eu olhava de lado, puxava a barra da saia da mãe e me perguntava porque a pessoa era assim ou assado.
Não sei os outros mas Bia nem realiza que existe diferença. Talvez seja a idade, mas o fato é que ela demonstra enxergar a todos de uma só maneira.
Dia desses flagrei uma cena. Ela ama barbies (como não?) e quando pequena ganhou uma “genérica" que veio de brinde numa promoção do Leite Moça. Muito pequena ela logo quebrou as pernas da boneca e assim ela foi ficando, lado a lado com a coleção que foi aumentando com o passar dos tempos.
Daí que eu pego ela arrumando todas as barbies (inclusive a tal) e percebo que ela sempre a coloca numa cadeira, mas bonitinha, arrumadinha como as outras “amigas”. Fotografei e perguntei:
Filha, que lindas suas barbies, porque só esta fica na cadeira e as outras não?
E ela na lata, sem parar pra pensar:
Porque ela é cadeilante, mamãe!

O que é esse batom nude?
Porque baiano que é baiano, hoje acorda feliz!